O ANTES
30 junho 2008
14 junho 2008
... pausa...
10 junho 2008
03 junho 2008
31 maio 2008
Raminho de carinho
19 maio 2008
Confiança
Nesse aspecto sou muito inocente, pois acredito nas pessoas, é raro ver maldade (só quando realmente já conheço determinada pessoa há anos e sei o que esperar... mas às vezes ficou surpreendida pela positiva...o que é muito bom).
Ontem fui comprar pão a uma padaria.
Estava à minha frente um menino de cor, tinha cerca de 7 anos.
Ele teve que esperar, pois o pão dele ainda não tinha saído.
Eu fui atendida, ele continuava à minha frente à espera.
Entretanto colocaram os meus sacos à frente dele.
Ele, muito gentilmente, pega nos sacos e vira-se para mim para me dar.
Ao mesmo tempo que eu digo muito agradecida:
- Muito obrigada, és um amor!
Atrás de mim alguém diz:
- Os sacos não são teus!
A maldade só se vê onde se quer!!!!
É uma questão de acreditar!
18 maio 2008
14 maio 2008
Força Mãe !!!
Para quem conhece a minha mãe sabe que aquela mulher não pára!
É ou não é?
Na sexta-feira passada foi operada ao joelho (operação que anda a adiar hà anos…).
No sábado de manhã saiu do hospital. Não saiu mais cedo porque não segurava nada no estômago.
No Domingo piorou, não segurava a cabeça, com dores horríveis que cabeça…
Na Segunda de manhã o meu pai levou-a às urgências.
Hoje é quarta-feira e ainda lá está, provavelmente vai ser transferida para a neurologia.
O que se passou?
Erro Humano.
Eu não chamaria erro humano, porque errar é humano, mas a incompetência é mais difícil de engolir!
Para ser operada ao joelho deram-lhe um epidural, picaram-na 15 vezes, sim leram bem, 15 vezes, só à 16ª é que acertaram.
Deram-lhe cabo da coluna……
Estou desiludida, só rezo para que a anestesista tenha tido um momento de incompetência, que não seja regra geral, pois é preciso ser muito incompetente para dar 15 picadelas na coluna para perceber que não ia resultar, mas ainda insistiu mais uma vez, porque 15 é pouco!
Quanto à minha mãe, é uma mulher de força e vai sair disto coma cabeça erguida, disso tenho eu a certeza.
FORÇA MÃE!
11 maio 2008
01 maio 2008
Coroa de Rei
28 abril 2008
A tradição
A organização foi uma simpatia, os estudantes sempre prestáveis e uns amores.
Um muito obrigada, passei um fim de semana magnifico.
eh eh eh gostei.
... e o tecido preto às flores já cá canta um retalhinho....
Obrigada Da. Isabel.
25 abril 2008
XVI ENEF - Encontro Nacional de Etnografia e Folclore

16 abril 2008
Reflectindo
27 março 2008
"Belle Époque"
24 março 2008
21 março 2008
Um dia de Primavera
18 março 2008
O prazer de cavalgar
Mas... e quem é esta senhora?
AAHHHH a minha avózinha com 81 anos???
Não é um espectaculo esta docura?
Queriam ter assim uma avó como eu, eh eh eh
O Bisneto e a Bisavó a cavalo!!!!
E aqui está o cavalinho a descansar pela mão do meu avô...
Isto é que foi um dia ! ! ! E eu sentada à secretária a trabalhar...
16 março 2008
O uso dos "talheres"

Nos séc. XVII e XVIII são desenvolvidos novos utensílios de mesa:
Pratos individuais (sim, antes comiam todos da mesma “gamela”)
Copos (antigamente girava de mão em mão)
Facas, Colheres e Grafos Individuais
O uso dos dedos era cada vez mais proscrito, assim como o transporte directo dos alimentos do prato comum para a boca dos convivas.
Mas… se pensam que foi algo automaticamente aceite por todos… enganem-se.
Vejamos o que Arthus Thomas (inícios do séc. XVII), senhor de Embry, caricaturava as novas maneiras de comer na corte de Henrique III.
“Não tocam nunca na carne com as mãos: mas com garfos levam-na à boca estendendo o pescoço […]. [A salada], pegavam nela com os garfos, pois é proibido nesse tal país tocar na carne com as mãos, por muito difícil que ela seja de pegar, eles gostam mais que esses pequenos instrumentos dentados toquem na sua boca do que os dedos […]. Trouxeram algumas alcachofras, espargos, ervilhas e favas descascadas, e então foi um prazer vê-los comer tudo isto com os seus garfos: porque os que não tinham tanto jeito como os outros deixavam cair mais na travessa, nos pratos e pelo caminho do que metiam na boca”.