13 julho 2008
07 julho 2008
02 julho 2008
30 junho 2008
14 junho 2008
... pausa...
10 junho 2008
03 junho 2008
31 maio 2008
Raminho de carinho
19 maio 2008
Confiança
Nesse aspecto sou muito inocente, pois acredito nas pessoas, é raro ver maldade (só quando realmente já conheço determinada pessoa há anos e sei o que esperar... mas às vezes ficou surpreendida pela positiva...o que é muito bom).
Ontem fui comprar pão a uma padaria.
Estava à minha frente um menino de cor, tinha cerca de 7 anos.
Ele teve que esperar, pois o pão dele ainda não tinha saído.
Eu fui atendida, ele continuava à minha frente à espera.
Entretanto colocaram os meus sacos à frente dele.
Ele, muito gentilmente, pega nos sacos e vira-se para mim para me dar.
Ao mesmo tempo que eu digo muito agradecida:
- Muito obrigada, és um amor!
Atrás de mim alguém diz:
- Os sacos não são teus!
A maldade só se vê onde se quer!!!!
É uma questão de acreditar!
18 maio 2008
14 maio 2008
Força Mãe !!!
Para quem conhece a minha mãe sabe que aquela mulher não pára!
É ou não é?
Na sexta-feira passada foi operada ao joelho (operação que anda a adiar hà anos…).
No sábado de manhã saiu do hospital. Não saiu mais cedo porque não segurava nada no estômago.
No Domingo piorou, não segurava a cabeça, com dores horríveis que cabeça…
Na Segunda de manhã o meu pai levou-a às urgências.
Hoje é quarta-feira e ainda lá está, provavelmente vai ser transferida para a neurologia.
O que se passou?
Erro Humano.
Eu não chamaria erro humano, porque errar é humano, mas a incompetência é mais difícil de engolir!
Para ser operada ao joelho deram-lhe um epidural, picaram-na 15 vezes, sim leram bem, 15 vezes, só à 16ª é que acertaram.
Deram-lhe cabo da coluna……
Estou desiludida, só rezo para que a anestesista tenha tido um momento de incompetência, que não seja regra geral, pois é preciso ser muito incompetente para dar 15 picadelas na coluna para perceber que não ia resultar, mas ainda insistiu mais uma vez, porque 15 é pouco!
Quanto à minha mãe, é uma mulher de força e vai sair disto coma cabeça erguida, disso tenho eu a certeza.
FORÇA MÃE!
11 maio 2008
01 maio 2008
Coroa de Rei
28 abril 2008
A tradição
A organização foi uma simpatia, os estudantes sempre prestáveis e uns amores.
Um muito obrigada, passei um fim de semana magnifico.
eh eh eh gostei.
... e o tecido preto às flores já cá canta um retalhinho....
Obrigada Da. Isabel.
25 abril 2008
XVI ENEF - Encontro Nacional de Etnografia e Folclore

16 abril 2008
Reflectindo
27 março 2008
"Belle Époque"
24 março 2008
21 março 2008
Um dia de Primavera
18 março 2008
O prazer de cavalgar
Mas... e quem é esta senhora?
AAHHHH a minha avózinha com 81 anos???
Não é um espectaculo esta docura?
Queriam ter assim uma avó como eu, eh eh eh
O Bisneto e a Bisavó a cavalo!!!!
E aqui está o cavalinho a descansar pela mão do meu avô...
Isto é que foi um dia ! ! ! E eu sentada à secretária a trabalhar...
16 março 2008
O uso dos "talheres"

Nos séc. XVII e XVIII são desenvolvidos novos utensílios de mesa:
Pratos individuais (sim, antes comiam todos da mesma “gamela”)
Copos (antigamente girava de mão em mão)
Facas, Colheres e Grafos Individuais
O uso dos dedos era cada vez mais proscrito, assim como o transporte directo dos alimentos do prato comum para a boca dos convivas.
Mas… se pensam que foi algo automaticamente aceite por todos… enganem-se.
Vejamos o que Arthus Thomas (inícios do séc. XVII), senhor de Embry, caricaturava as novas maneiras de comer na corte de Henrique III.
“Não tocam nunca na carne com as mãos: mas com garfos levam-na à boca estendendo o pescoço […]. [A salada], pegavam nela com os garfos, pois é proibido nesse tal país tocar na carne com as mãos, por muito difícil que ela seja de pegar, eles gostam mais que esses pequenos instrumentos dentados toquem na sua boca do que os dedos […]. Trouxeram algumas alcachofras, espargos, ervilhas e favas descascadas, e então foi um prazer vê-los comer tudo isto com os seus garfos: porque os que não tinham tanto jeito como os outros deixavam cair mais na travessa, nos pratos e pelo caminho do que metiam na boca”.
08 março 2008
Pessegueiro em flor
02 março 2008
Chegou a Primavera
25 fevereiro 2008
... isto anda "paradito"...
10 fevereiro 2008
... ainda em exames...
Os exames, este semestre, parecem não mais terminar....
Deixo-vos com um pensamento:
"Quem conduz e arrasta o mundo
não são as máquinas,
mas as ideias"
07 fevereiro 2008
06 fevereiro 2008
Simples, mas pleno...
04 fevereiro 2008
Voltoooouuuuuuu
31 janeiro 2008
Urgências? Um dia vai correr muito mal....
Acho que ele se está a rir de nós, é que se analisarmos bem, o ano de 2008 parece uma “irrealidade” no que concerne ao nosso serviço de urgências fora das grandes cidades.
Podia dar uma dor de barriga ao ex-ministro (já é ex?), mas bem longe de um hospital, que acham?
Graças a Deus que moro perto de Coimbra, embora tivesse urgências mais perto, na Mealhada, que por acaso também fecharam e na Anadia que fecharam igualmente…. Eu tenho carro e bombeiros competentes perto, posso me considerar uma sortuda, não pensam o mesmo que eu?
Desde que ambas as urgências fecharam é um corrupio de ambulâncias para os hospitais de Coimbra, não há um dia que passe que não me tenha que colocar na berma para passar a ambulância, faz imensa impressão, parece que o país está em alvoroço.
O motivo pelo qual estou a escrever este “post” deve-se ao que vi de manhã que me indignou:
Mais uma vez, a caminho de Coimbra passa uma ambulância dos Bombeiros da Mealhada a alta velocidade, entrando inclusive nos semáforos em sentido contrário, tanto era a pressa.
Uns kms à frente vejo essa mesma ambulância parada na entrada da IC2 com o carro rápido do INEM de Coimbra atrás a socorrer quem quer que lá fosse, em plena IC2….. por favor!!!!!!
Mas que país é este que os doentes têm que ser socorridos a meio do caminho?
O INEM não tem mãos a medir, as urgências não é um carro rápido do INEM, as urgências é um sítio físico e não móvel! Os portugueses merecem um pouco de dignidade.
Mas continuando que o post vai longo.
Quando chego a Coimbra já a ambulância e o INEM estavam atrás de mim, entrando na maternidade….. será que nasceu mais um bebé? Será que a mãe chegou bem?
Onde nasceste tu?
Na entrada do IC2 numa ambulância enquanto uma fila de transito passava ao lado…..
Parece-me que estamos em 1533 ….. em pleno “Re”nascimento.

