

Para muitos é apenas uma data, um feriado.
Para alguns é o marco de uma época de luta.
Para as nossas crianças, muitas das vezes é uma grande “seca”, ano após ano a mesma coisa, sem conteúdo e sem aplicação real lhes é ensinado na escola a mesma lenga a lenga.
Mas as mentalidades estão a mudar, é preciso não esquecer o “antes”, pois parece que muitos se esqueceram… reflectiu-se na recente votação do melhor Português… nem quero pensar quem ganhou, é uma vergonha, mas isto tem que ser “lido” de outra forma, estou convencida que há-de haver uma explicação lógica.
Mas tudo isto para quê?
Para vos dizer que estou muito feliz com o modo como este ano foi novamente ensinado ao meu filho o “A Revolução dos Cravos”, não sei se foi ideia da professora (pois ainda não falei com ela) ou se foi uma directriz superior, o certo é que o meu filho ficou exactamente a perceber como era o “antes”.
A professora “simulou” uma aula exactamente como poderia ser uma aula “antes” da dita revolução que eles tanto ouvem falar, quem passou a mensagem à professora foi a sua própria mãe.
O meu filho mais velho ao ver o teatro que o irmão representava para nós (como a professora assim fez na aula) só disse:
- Era uma chapada que saltava fora da aula!
EH EH EH EH EH para eles é como se fosse no tempo da pré-história, é como se esse modo de viver nunca tivesse existido, fosse um filme rebobinado.
LIBERDADE – sabor doce.
Visitem o site do “Centro de Documentação 25 de Abril” da Universidade de Coimbra, um lugar rico em informação.