25 fevereiro 2006

Carnaval



Estas fotos já têm dois anos, mas é para provar que o carnaval pode ser “gozado” de muitas formas e com imaginação.
Não gosto do carnaval, é um facto.
Mas tenho que o “viver” enquanto os meus filhos gostarem, é a minha obrigação de mãe.
Não gasto dinheiro em fatos porque acho um desperdício e tenho uma gaveta (que agora já se vai tornar num baú) com tudo o que os meus filhos se fantasiam e depois com imaginação vai dando de ano para ano.
O mais novo está vestido de “Rei Guerreio Reciclado”, passamos uma tarde inteira sentados numa manta no terraço, ao solinho, a fazer o fato, a cortar os pacotes de leite, montar a armadura, fazer a coroa, enquanto o Paulo fazia a espada. Foi uma tarde muito bem passada.
O mais velho, pediu uma bata velha ao meu pai (que é Analista Químico) e com ajuda da minha irmã “sujou” a bata e colocaram umas formulas malucas, só comprei os óculos e o bigode, que ainda existem e já tiveram mais utilizações.

Usem da imaginação.
Sejam felizes.

5 comentários:

Luisa disse...

Ora assim é que é brincar ao Carnaval sem imitações brasileiras. Como disseste,é ridículo ver aquelas meninas todas nuas como se estivessem com uma temperatura de 30º à sombra...

Terreiro disse...

Pois é … só podia ser o rei chocapic … porque é que os miúdos adoram chocapic?
O mais novo está todo mimoso … eh,eh,eh

O mais “velhinho” a querer seguir as pegadas ao avô, em mais.

Mas para tudo é preciso um pouco de imaginação, quais grandes fatos e costureiras, muita alegria e … o Carnaval é sem sombra de dúvidas diferente.



Abraços

Amaral disse...

Com imaginação, muita gente já vai preenchendo o desejo da miudagem com roupagem "feita na hora", fugindo ao consumismo absurdo em que se tornou esta época carnavalesca… Aliás, muitas escolas também já adoptaram esse princípio, "imaginando" o que os miúdos devem trazer vestido naqueles dias. Isto origina que apareçam todos vestidos de igual forma e mais: que sejam eles (e as mamãs) a confeccionarem os respectivos fatos que, diga-se, são simples, coloridos, imaginativos, e baratuchos. Isto aconteceu em Mafra... e não só!...

Ventor disse...

Foi assim que eu vivi os meus carnavais. Uma escola de autosuficiência e aprendizagem. Hoje não ligo ao carnaval, mas no meu tempo a única coisa que não era feita por nós eram as bombas que o meu amigo Carrasco levava dos Arcos de Valdevez para a aldeia. Ainda hoje estou para saber como nunca tivemos problemas com as ditas cujas. Mas é bom que a criançada se divirta e aprenda a lidar com a vida. Bjs.

Anónimo disse...

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